quinta-feira, 30 de junho de 2011

MAIS UMA EXCELENTE AULA DE CAMPO



    Sexta-feira, 24 de junho, a EEFM CUSTÓDIO DA SILVA LEMOS realizou mais uma aula de campo, desta vez os alunos do ensino médio sob a orientação dos professores: MARCONI REIS, LÉA CASTRO, RICARDO DINIZ, WILCLEI LINO E PEDRO CISTIANO, visitaram Marcos Históricos e Geográficos do Maciço de Baturité.

  • Mosteiro dos Jesuítas em Baturité;

  • Museu do Negro Liberto e UNILAB em Redenção;

  • Visita ao Patrimônio Cultural de Guaramiranga.

    Além de terem a grande oportunidade de contemplar as belezas paisagísticas dessa Bela Região.

    Professor MARCONI REIS.





segunda-feira, 20 de junho de 2011

Projeto VIVE







Durante todo o mês de Maio os alunos participaram de uma Gincana envolvendo um dos valores do Projeto Vive: A COOPERAÇÃO.

Através da cooperação os alunos da turma do 1ºC Tarde, turma responsável pelo projeto do mês, arrecadaram mais de 80 kg de alimentos e os demais alunos de todas as turmas da escola também contribuíram. Esses alimentos serão doados às famílias carentes de nossas localidades.

Além da doação de alimentos foram tarefas desta Gincana:

  • Limpeza e organização das salas de aula;

  • Conservação e preservação do nosso meio ambiente;

  • Jogo de perguntas e respostas sobre Cidadania.



A turma do 1ºC e a PDT Elaine Ramires agradecem a todos que cooperaram com este projeto.



“A Cidadania se constrói Vivendo Valores.”

sábado, 18 de junho de 2011

COMITÊ DE COMBATE A DENGUE EM AÇÃO





Na última sexta-feira, dia 18 de julho, integrantes do Comitê de Combate a Dengue das turmas do 1ºD e 2ºC ano do turno da tarde realizaram uma vistoria na vizinhança da E.E.F.M. Custódio da Silva Lemos, conscientizaram moradores e fixaram cartazes em alguns pontos comerciais da localidade.

COMBATER A DENGUE É UM DEVER MEU, SEU E DE TODOS!!!

Dengue é uma doença que pode evoluir rapidamente da forma clássica para quadros de maior gravidade.

A pessoa só desenvolve imunidade para o tipo de vírus que contraiu, portanto pode infectar-se com outro sorotipo, o que aumenta o risco de dengue hemorrágica. Por isso, é de fundamental importância a identificação precoce dos casos da dengue para o controle da epidemia.

Combater os focos do mosquito transmissor é a única maneira de prevenir a transmissão da doença.

OFICINAS DO PROJETO SPE



Ao longo dos meses de maio e junho foi trabalhada a oficina "Negociação do uso da camisinha" do Projeto Saúde e Prevenção na Escola nas turmas do 9º Ano do Ensino Fundamental, 1º, 2º e 3º Ano do Ensino Médio.

Além dessa atividade dinâmica,
durante todo o semestre foram abordadas nas aulas de Biologia temas envolvendo Doenças Sexualmente Transmissíveis, bem como encontros com o GTL (Grupo de Trabalho Local) que resultaram, por exemplo, na mobilização para o carnaval com a apresentação de uma rádio ao vivo no intuito de conscientizar os jovens sobre os riscos em uma relação sexual sem prevenção.

Foi importante também a confecção da caixinha de dúvidas que oportunizou um momento a mais de esclarecimentos para os alunos.


FORMAÇÃO DO COMITÊ DE COMBATE A DENGUE

O Projeto de Combate a Dengue na E.E.F.M. Custódio da Silva Lemos teve início com a ação de formação do Comitê Escolar de Combate a Dengue no dia 30 de Junho através da mobilização de monitores de Biologia e alunos que participam dos grupos de estudos formados por ocasião do Projeto de Monitoria que acontecem rotineiramente nas segundas-feiras no contraturno.

O comitê é formada por treze alunos e mobilizou-se para confeccionar cartazes, bem como para espalhá-los nos pontos comerciais de Guanacés, além de conscientizar moradores e registrar áreas de criadouros do mosquito
Aedes aegypti nas proximidades da escola.

Atualmente a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública, sendo conhecida em nosso país desde os tempos de colônia. De origem africana, o Aedes aegypti chegou ao Brasil nos navios negreiros após longas viagens de seus ovos dentro dos recipientes de água das embarcações. O primeiro caso no Brasil foi registrado em 1865 na cidade de Recife.

Existem quatro tipos de sorotipos do vírus causador da dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Todos eles podem causar as diferentes formas da doença. Atualmente, o mosquito vetor da doença, encontra-se disseminado por praticamente todo o território brasileiro, bem como três dos quatro sorotipos existentes do vírus - DEN-1, DEN-2 e DEN-3.

Após alguns anos sem registro de casos de contaminação pelo sorotipo 4, este voltou a circular em alguns Estados do Brasil. As crianças e os adolescentes não desenvolveram imunidade contra ele, por isso e também para evitar a dispersão desse sorotipo, o Ministério da Saúde determinou que todos os casos suspeitos do DEN-4 sejam considerados de notificação compulsória às autoridades sanitárias no prazo de 24 horas.

Para que a doença seja transmitida é necessário que o Aedes aegypti se alimente do sangue de uma pessoa infectada e, após um período de incubação de 8 a 10 dias, pique um outro indivíduo que ainda não teve a doença.

Professora Tatiana

AULAS PRÁTICAS TORNAM APRENDIZADO SIGNIFICATIVO


Colocar em prática as aulas teóricas é um desafio de todo professor e deve ser priorizado por abordar aspectos significativos para a construção do saber, do conhecimento e do desenvolvimento do educando.
A experimentação é uma prática fundamental especialmente no ensino de Ciências. Seu objetivo está não apenas em melhorar a aprendizagem dos alunos, mas também permitir que eles aprendam os conteúdos e saibam aplicá-los no seu dia a dia conforme suas realidades. As temáticas ensinadas em sala de aula exigem aulas práticas e vivenciadas para que ocorra a formação de uma atitude científica que esteja intimamente vinculada ao modo como se constrói o conhecimento.

Nessa perspectiva, os professores da E.E.F.M. Custódio da Silva Lemos têm realizado atividades práticas que estimulam o aluno a participar mais ativamente do processo de construção do conhecimento ao descobrir uma nova forma de aprender. Além de ajudá-los no desenvolvimento de conhecimentos científicos, as aulas práticas permitem que os alunos aprendam como abordar de modo objetivo a sua realidade e como encontrar soluções para problemas complexos.

Ao realizar atividades práticas, os educadores auxiliam os alunos na construção de uma nova visão sobre um tema previamente trabalhado em sala, o que proporciona um espaço para que cada aluno seja agente de seu próprio aprendizado, descobrindo, dessa forma, que aprender é muito mais do que conhecer fatos, pois ao interagir com suas dúvidas chegam a conclusões.
Tatiana Vignólia
PCA de Ciências da Natureza

PROJETO DE COMBATE A DENGUE

Aliada ao Plano Nacional de Combate a Dengue, a E.E.F.M. Custódio da Silva Lemos entra na luta contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus causador desta doença que tem matado tantos brasileiros todos os anos.

Com o intuito de evitar a doença, a escola formulou um plano de ação que consiste em:

· Criar um comitê escolar de combate a dengue.

· Mobilizar os líderes de sala.

· Eleger alunos representantes de cada localidade.

· Sensibilizar a comunidade escolar no combate a dengue.

· Desenvolver atividades interdisciplinares sobre a dengue.

· Realizar pesquisa de campo na escola, utilizando questionário que retrate número de pessoas atingidas pela doença, quais os sintomas que apresentaram, como se trataram e quantas vezes já tiveram a doença.

· Observar as condições de higiene (lixo e entulhos, plantas e jardins, caixa d’ água, calhas e lajes, banheiros e depósitos de água) nas dependências da escola.

· Realizar palestras com convidados.

· Vistoriar o entorno da escola a procura de possíveis criadouros do mosquito.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

PROJETO DE MONITORIA, UMA PRÁTICA COOPERATIVA


A E.E.F.M. Custódio da Silva Lemos conta com mais um projeto de incentivo a participação ativa de seus alunos em busca de conhecimentos através de estudos orientados nas monitorias das disciplinas da Área de Ciências da Natureza.

A equipe de professores de Biologia, Matemática, Física e Química idealizou o projeto no início do ano letivo, tendo concluído sua
redação no mês de Março. A seleção dos monitores foi realizada durante todo o mês de Abril após observações do desempenho dos alunos nas turmas.

A incorporação de estudantes como monitores na escola está associada à preocupação de oportunizar aos sujeitos em formação uma experiência integrada que busca promover uma aprendizagem contextualizada e implicada na dinâmica do grupo e da escola.

O intuito é elevar esse espaço de aprendizado para lugares de interação a serem vivenciados intensamente pelos estudantes, bem como tornar a escola um lugar de referência para que a formação de seus alunos tenha um caráter continuado, mesmo após a sua saída formal da instituição e vinculação a outras instituições, seja como profissionais, estudantes e cidadãos.

A implantação do projeto ocorreu em meados do mês de Maio com o primeiro encontro de monitores de Biologia realizado pela professora Tatiana.

Com o projeto pretende-se estimular práticas cooperativas dentro do ambiente escolar, garantindo a socialização de saberes entre os alunos e não ape
nas a educação receptiva centrada no professor, inserindo-se, portanto, na perspectiva de pensar a educação como uma prática social de cooperação e não de competição.

Tatiana Vignólia
PCA de Ciências da Natureza

terça-feira, 7 de junho de 2011

PROGRAMA PETECA EM AÇÃO!

TRABALHO INFANTIL

Apesar de ser proibido por lei, muitas crianças e adolescentes com menos de 14 anos trabalham. Muitas vezes, esse trabalho ocorre em atividades penosas e insalubres, porque prejudicam sua saúde e seu desenvolvimento físico, psicológico e social.

Seja no campo, nas oficinas mecânicas, nos lixões, pedindo dinheiro nos semáforos e esquinas, crianças trabalham até 12 horas por dia, ao invés de estarem estudando e brincando, direitos que lhe são garantidos por lei.

Esta situação é, em parte, decorrente da baixa renda de muitas famílias para as quais o trabalho infantil é uma questão de sobrevivência. Os empregadores por sua vez , aproveitam-se da mão-de-obra infantil pois é bem mais barata.

A população em geral é indiferente a situação, as organizações sindicais se omitem, os próprios pais preferem o trabalho à escolarização por ser mais rentável. O poder público não tem controle do problema e nem das leis que proíbem o trabalho infantil.

Educar, cuidar e respeitar as crianças é uma responsabilidade que temos perante a sociedade.A verdade é que para uma criança crescer de forma saudável, ela tem que estudar bastante, brincar mais ainda e se preparar devagar para o mundo do trabalho.

Luana Faustino – 3º ANO A.